Impunidade: o pior exemplo que um país pode ter

Um jovem de 22 anos saiu às 4h30 de uma festa, dirigiu o seu carro na contramão de uma avenida, bateu de frente com outro veículo e causou a morte do seu condutor. O jovem fugiu do local do acidente sem prestar socorro à vítima. Este fato ocorreu em Belo Horizonte no dia 1 de fevereiro de 2008 (clique aqui e leia a reportagem do Estado de Minas). O jovem foi preso e denunciado por homicídio culposo.

Após várias tentativas frustadas de obter um habeas-corpus, o advogado do jovem conseguiu conseguiu ontem uma liminar do ministro Napoleão Nunes Maia Filho, do STJ, determinando a soltura imediata do seu cliente. Agora, o jovem Gustavo Henrique de Oliveira Bittencourt aguardará o julgamento em liberdade.

Como podemos revindicar uma sociedade justa se a impunidade reina neste país? Uma pessoa que sai de uma festa e dirige um carro, deliberadamente, pela contramão de uma avenida pode ter o benefício de ficar livre até o seu julgamento? E se ele cometer um novo  crime e matar outra pessoa? Quem será o maior responsável? O jovem ou o ministro do STJ que concedeu liberdade a ele?

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