Uma voltinha pela Recoleta

Acordamos um pouco mais tarde do que planejamos e decidimos fazer o “desayuno” em casa, até mesmo para provar alguns alimentos que compramos ontem no supermercado. Fui até a cozinha e encontrei uma torradeira. Estava decidido: o café da manhã seria composto por torradas de pão de forma, geléia e Schweppes Citrus! Não é um menu sensacional, mas serviu para quebrar o galho.

Descemos a Calle Junin (descer é apenas um modo de falar, porque a cidade é quase toda plana!) em direção a entrada do famoso Cemitério da Recoleta.

Como a nossa idéia era conhecer melhor a região, deixamos a visita ao túmulo da Evita para outra oportunidade. Cabe ressaltar que neste pequeno trecho tivemos que desviar de inúmeros dejetos caninos! Eu consegui escapar ileso, mas a Grazi não teve a mesma sorte. Ficamos impressionados com a grande quantidade de cachorros que existem por aqui. Encontramos muitas pessoas passeando com seus “perros”, além de vários profissionais especializados neste serviço.


Continuamos a caminhada e passamos pela Basílica Nuestra Senhora del Pilar, construída em 1732 pelo jesuítas. O registro fotográfico do interior da basílica fica para outro dia, pois chegamos durante a celebração da uma missa.

Chegamos ao nosso destino inicial, o Buenos Aires Design, um shopping especializado em artigos para decoração. O shopping possui uma grande variedade de lojas e é muito superior aos shopings D&D, de São Paulo, e Ponteio e Minas Casa, de Belo Horizonte. Encontramos também no shopping o Hard Rock Café de Buenos Aires.



Saímos do shopping e atravessamos a Av. Del Libertador em direção ao Museu Nacional de Bellas Artes.



Ao lado, na Plaza Naciones Unidas, está a Floralis Genérica, uma escultura metálica que possui um sistema elétrico que abre as pétalas da flor durante o dia e as fecha ao anoitecer.



Atravessamos a Av. Del Libertador novamente e passamos pela Plaza República del Uruguay. Caminhamos por algumas ruas calmas do bairro, apreciando a arquitetura dos prédios e praças. Entramos na Calle Guido, cruzamos a Av. Puyrredon e fomos novamente em direção cemitério.


Caminhamos para o outro lado do cemitério, na continução da Guido. Como já estávamos com fome, escolhemos o restaurante Lola para almoçar. Além de um bom ambiente, o atendimento e a comida são excelentes. E o melhor: o preço! A conta, considerando a entrada, bebidas, prato principal e sobremesa ficou em 148 pesos, algo em torno de 80 reais para duas pessoas.



Champignones rellenos sobre frescas espinacas aderezadas con vinagreta de lemon grass

Colita de lomo de novillo, con papas rústicas, rúcula y tomates confitados

Tibio crêpe de chocolate con helado de crema

Créme brûlée de naranjas con frescos gajos cítricos y menta

Saímos do restaurante em direção a Avenida Alvear, a mais chique da Recoleta, onde existem lojas como Hermes, Zegna, Versace, Louis Vuitton, Empório Armani, Ralph Laurren e Kenzo. Localizado nesta avenida também está o luxuoso Alvear Palace Hotel.






No final da Av. Alvear estão as embaixados do Brasil e da França, ambas sediadas em belos edifícios. Continuamos em direção a Calle Posadas e avistamos o luxuoso Four Seasons Hotel.



Na Calle Posadas está situado o Shopping Patio Bullrich, que possui algumas lojas de grifes internacionais. A esta hora, o frio estava tão forte (11 graus), que decidimos entrar um pouco no shopping para descansar e aquecer um pouco.




Saímos do Patio Bullrich e seguimos a Calle Liberdad até a junção com a Avenida Santa Fé. O meu olhar de publicitário já tinha percebido que existem poucos outdoors pela cidade. Na Santa Fé encontrei um deles. Para compensar a ausência de grandes painéis, existem vários de pequeno tamanho fixados nas calçadas.


Anoiteceu e o cansaço chegou junto. Fomos para o apartamento descansar e mais tarde saímos para jantar no Sottovoce, mas o blogueiro aqui estava cansado demais para fotografar o local. Tudo o que eu queria era comer uma boa massa e dormir.

Amanhã faremos o roteiro do bairro Retiro e de uma parte do Centro.

6 Responses to “Uma voltinha pela Recoleta”

  1. Breno Lanna Coelho disse:

    Alex,

    sabe essa foto aí da Av. del Libertador? Dizem “las malas lenguas” que, em 2003, eu fiz xixi bem no canteiro central. “Pero no me recuerdo de nada…”

    E pelo tanto de foto de comida que tem esse post, quando você voltar, vai pôr a bicicleta ergométrica pra trabalhar pra caramba, certo? Acho que é reflexo da sua fase sem foto artística de “cerveza”.

    Abraço “sin graza ninguna”.

  2. Alexandre disse:

    Pois é Breno, como não posso tirar fotos de bebida, vai da comida mesmo!

    Conhecendo você, não duvido que tenha regrado as plantas do canteiro central da Av. del Libertador. Mas fique tranquilo, pois se você não lembra, não aconteceu! rsrs…

    Abraço “lleno de graza”!

  3. Uraildes disse:

    Continuo viajando pelo blog. Só sinto falta de alguns endereços. Restaurante, por exemplo, dar o nome da rua e número. Fotos ótimas.

  4. Alexandre disse:

    Uraildes, obrigado pelo elogio.

    Em relação aos endereços dos restarantes, estou sempre colocando um link do estabelecimento no Guia Oleo, um excelente site sobre gastronomia de Buenos Aires. Para encontrar qualquer endereço e telefone de restaurantes basta acessar o site wwww.guiaoleo.com.ar. O site ainda tem a classificação dos restaurantes.

    Um abraço!

  5. clarisse disse:

    ola gostaria de saber como sao feitas as compras com debito aqui em buenos aires? sou cliente do banco do brasil eles cobram alguma taxa? obrigada

    • Alexandre disse:

      Clarisse, infelizmente não posso ajudá-la. Não tenho conhecimento sobre as tarifas praticadas pelo Banco do Brasil. Sugiro entrar em contato com o seu banco para obter esta informação.

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