Seguro saúde: não viaje sem ele!

Na semana passada, logo após o Seminário Viajosfera, uma turma de blogueiros se reuniu no Boteco da Garrafa para beber e jogar conversa fora repercurtir os temas tratados no seminário. Eu tive a oportunidade de conhecer pessoalmente a Rapha Aretakis, do blog Rapha no Mundo, que tem uma parceria com a Mondial Assistance para dar aos leitores um desconto na contratação de seguro saúde. Como utilizei o código de desconto fornecido por ela para adquirir o seguro para uma viagem ao Chile, a procurei para conversar. A Rapha me perguntou se eu precisei solicitar assistência durante alguma viagem, eu disse que sim, e ela perguntou se havia um post no meu blog sobre o assunto. Respondi que não e percebi que seria uma boa oportunidade para voltar a escrever e tirar o O que se faz da inatividade a qual ele foi relegado injustamente nos últimos meses.

Eu faço uma comparação entre o seguro viagem e o seguro de um carro ou residência: sempre contrato torcendo para que nunca seja necessário utilizá-lo. E além de viajar tranquilo, sabendo que terei assistência médica sem gastar uma fortuna em consultas ou internação hospitalar no exterior, é importante considerar que o seguro saúde é uma exigência para entrada em vários países.

E foi em uma viagem a Paris que o seguro se fez necessário. Era a nossa primeira noite na cidade e a Grazi começou a sentir dores na garganta e febre, que aumentou bastante durante a madrugada e não cedeu ao longo da manhã. Antes de esperar o pior, liguei para o número de telefone local fornecido no certificado emitido pela Travel Ace, mas a ligação não completava. Tentei ligar para um outro número 0800 internacional e consegui falar com uma atendente, que após solicitar uma descrição do problema e o endereço do hotel, informou que um médico nos atenderia no local em até 30 minutos. Não cronometrei quanto tempo se passou desde a ligação, mas creio que em menos de 30 minutos o médico chegou ao nosso quarto.

Após examinar atentamente a Grazi, nos deu o diagnóstico de uma faringite. Como havia a formação de placas de pus na garganta, tratava-se de uma infecção bacteriana, o que exige o uso de antibióticos, além dos analgésicos e antitérmicos. Ele prescreveu uma receita, sem a qual não seria possível comprar este tipo de medicamento, e nos informou qual a farmácia mais próxima do hotel. Antes de sair, o médico disse que o remédio prescrito era potente e deveria iniciar o efeito até o dia seguinte. Mas se a febre persistisse por mais de 24 horas, nos aconselhou a  ligar novamente para a Travel Ace e solicitar uma nova consulta ou o encaminhamento a um hospital.

De posse da receita, fui até a farmácia e comprei os remédios indicados (e como já se passou bastante tempo desde que o fato ocorreu, não recordo quanto gastei, mas sei que não foi um valor alto). E após dois dias a Grazi já estava pronta para flanar por Paris. Foi a salvação da viagem! Ao retornar ao Brasil, entrei em contato com a Travel Ace e solicitei o reembolso dos gastos com os remédios. Me solicitaram o envio da nota de compra e, em menos de 30 dias, depositaram o valor na minha conta corrente.

Agora imagine essa situação sem a assistência médica. Então vai por mim: não viaje sem um seguro saúde. Você pode precisar!

 

2 Responses to “Seguro saúde: não viaje sem ele!”

  1. Antes de mais nada, foi SUPER legal conhecer vocês dois! Figuras divertidíssimas! Temos que ir a BH já :) O post ficou massa, temos que compartilhar essas informações também.

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